<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>The Postcolonialist &#187; Chamada de Textos | The Postcolonialist</title>
	<atom:link href="http://postcolonialist.com/tag/chamada-de-textos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://postcolonialist.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Dec 2015 20:08:35 +0000</lastBuildDate>
	<language>en-US</language>
		<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
		<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=3.7.41</generator>
	<item>
		<title>Chamada de textos: &#8220;Interseccionalidade, classe, e a praxis (des)colonial &#8221; (segundo semestre, 2014)</title>
		<link>http://postcolonialist.com/uncategorized/chamada-de-textos-interseccionalidade/</link>
		<comments>http://postcolonialist.com/uncategorized/chamada-de-textos-interseccionalidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2014 14:55:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[postcolonialist]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Chamada de Textos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://postcolonialist.com/?p=1333</guid>
		<description><![CDATA[<p>Ao longo da última década, tem-se observado um série de mudanças sócio-políticas e econômicas no mundo. Estamos presenciando conflitos geo-políticos numa escala local tanto quanto internacional, que vêm se intensificando[...]</p><p>The post <a rel="nofollow" href="http://postcolonialist.com/uncategorized/chamada-de-textos-interseccionalidade/">Chamada de textos: &#8220;Interseccionalidade, classe, e a praxis (des)colonial &#8221; (segundo semestre, 2014)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://postcolonialist.com">The Postcolonialist</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo da última década, tem-se observado um série de mudanças sócio-políticas e econômicas no mundo. Estamos presenciando conflitos geo-políticos numa escala local tanto quanto internacional, que vêm se intensificando devido às diferenças de renda, migrações, medidas de austeridade governamentais, repressão do descontentamento, e às políticas de controle das fronteiras, como seu controle mais rígido. Tais eventos fazem com que a classe social seja central a qualquer debate sobre as dinâmicas atuais na cena política global. Entretanto, classe não opera independentemente de outras estruturas sociais, mas como algo que exige uma perspetiva interdisciplinária de pesquisa e interseccional de discurso.</p>
<p>O ano de 2014 marca vinte cinco anos desde que Kimberle Crenshaw introduziu o termo “intersectionality” formalmente para descrever a maneira como categorias tais como “raça” e “classe” devem ser analisadas como complementares, e não como entidades separadas. Para que pudéssemos entender as complexidades de uma prática ou <i>praxis. </i>Crenshaw escreveu: “A experiência interseccional é mais do que a soma de racismo e machismo, e, por isso, qualquer análise que não leve isso em consideração não consegue retratar a realidade da subordinação de mulheres negras.” Enquanto Crenshaw descreve a experiência vivida de negras e o feminismo padrão nos Estados Unidos, a abordagem interseccional proposta por ela tem influenciado várias disciplinas e muitos grupos que se identificam e criticam exatamente os pontos de costura através dos as indentidades se manifestam e são contestadas.</p>
<p>Atualmente, vinte e cinco anos depois do que Crenshaw escreveu, acreditamos que seja importante lembrar a influência da interseccionalidade nas disciplinas e perguntar como ela pode ser estendida ou modificada para abordar as realidades de hoje. Nesse sentido, <i>The Postcolonialist</i> gostaria de pedir textos de todas as disciplinas nas humanidades e ciências sociais que investiguem ou representem a presença da interseccionalidade atualmente, e os modos e meios com quais vem sendo implementada e questionada como uma ferramenta analítica e paradigma teórico.</p>
<p>Para<i> Peer Review</i>: Buscamos textos e ensaios em <span style="text-decoration: underline;">inglês, espanhol, português e francês</span> entre 5.000 e 7.500 palavras para os paraceristas. Textos em italiano também serão considerados. Há uma outra categoria, “Academic Dispatch,” que são textos de congressos entre 1.500 e 3.500 palavras. Os artigos devem ser enviados acompanhados por um resumo e uma lista de cinco palavras-chave. Os textos não devem conter nenhuma referência do autor para manter sua anonimidade. Não exigimos um formato padrão de citação, somente pedimos que o modelo usado seja convencional com relação à disciplina mais próxima do conteúdo do texto.</p>
<p>Ensaios editoriais ou obras artísticas relacionadas ao tema são bem-vindos também.</p>
<p>Dúvidas e textos podem ser enviados a: <a href="mailto:Editorinchief@postcolonialist.com">Editorinchief@postcolonialist.com</a>. O Prazo é 19 de setembro de 2014.</p>
<p>The post <a rel="nofollow" href="http://postcolonialist.com/uncategorized/chamada-de-textos-interseccionalidade/">Chamada de textos: &#8220;Interseccionalidade, classe, e a praxis (des)colonial &#8221; (segundo semestre, 2014)</a> appeared first on <a rel="nofollow" href="http://postcolonialist.com">The Postcolonialist</a>.</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://postcolonialist.com/uncategorized/chamada-de-textos-interseccionalidade/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
